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	Comentários sobre: Os números invisíveis da miséria humana e do abandono	</title>
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		Por: Brenno		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Brenno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2013 19:16:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao ler a matéria, a gente se sente até mal por olhar e não fazer nada. Mas para quem passa por esse pessoal todos os dias, como eu o faço, a situação é um pouco diferente. Há certa intimidação por parte de alguns desses indivíduos, sobretudo nas mulheres. Muitos foram hostilizados e ridicularizados por não darem dinheiro a eles. Acompanho este grupo há anos e já conversei com alguns deles. Muitos têm casa, família, mas preferem ficar na rua, entregues ao álcool e às drogas (neste último caso, nem todos). Começou com um que beirava a pastelaria, e hoje são mais de dez o dia inteiro. Acho que não devemos culpar quem passa por ali pela indiferença em relação a essas pessoas. Na verdade, não hé indiferença, há uma mistura de vários sentimentos: pena, medo, vergonha, raiva, indignação. As pessoas parecem indiferentes justamente para não serem chamadas por nenhum deles e ficar no dilema de negar ou ajudar. por aí.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao ler a matéria, a gente se sente até mal por olhar e não fazer nada. Mas para quem passa por esse pessoal todos os dias, como eu o faço, a situação é um pouco diferente. Há certa intimidação por parte de alguns desses indivíduos, sobretudo nas mulheres. Muitos foram hostilizados e ridicularizados por não darem dinheiro a eles. Acompanho este grupo há anos e já conversei com alguns deles. Muitos têm casa, família, mas preferem ficar na rua, entregues ao álcool e às drogas (neste último caso, nem todos). Começou com um que beirava a pastelaria, e hoje são mais de dez o dia inteiro. Acho que não devemos culpar quem passa por ali pela indiferença em relação a essas pessoas. Na verdade, não hé indiferença, há uma mistura de vários sentimentos: pena, medo, vergonha, raiva, indignação. As pessoas parecem indiferentes justamente para não serem chamadas por nenhum deles e ficar no dilema de negar ou ajudar. por aí.</p>
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