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	<title>#pandemia &#8211; Rádio Quintal FM</title>
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		<title>LARANJA #001 &#8211; Efeitos da Pandemia na Cadeia da Laranja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Quintal FM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Dec 2022 01:46:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*IMAFLORA, CONTAR E CONTAG*, realizaram um  estudo nos estados de Sergipe, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais, no setor da   produção de laranja, CONFIRA nossa série de 10 episódios sobre “Contribuições para a mitigação dos efeitos da pandemia de covid-19 na cadeira do suco de laranja”. A conversa para abrir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>*IMAFLORA, CONTAR E CONTAG*, realizaram um  estudo nos estados de Sergipe, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais, no setor da   produção de laranja, CONFIRA nossa série de 10 episódios sobre “Contribuições para a mitigação dos efeitos da pandemia de covid-19 na cadeira do suco de laranja”. A conversa para abrir esse série é com Heidi Buzato do Imaflora.</p>
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		<title>LIVRO &#8211; O futuro começa agora: da pandemia à utopia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Henrique Parahyba]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Apr 2021 15:24:33 +0000</pubDate>
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<a href="http://www.luizparahyba.com.br/wp-content/uploads/2021/04/LIVRO-BOAVENTURA-SOUSA-CAPA.jpg"><img decoding="async" fetchpriority="high" class="aligncenter size-full wp-image-2357" src="http://www.luizparahyba.com.br/wp-content/uploads/2021/04/LIVRO-BOAVENTURA-SOUSA-CAPA.jpg" alt="" width="369" height="530" /></a><br />
Após o lançamento do ensaio A cruel pedagogia do vírus, o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos traz ao leitor uma obra que propõe pensar a sociedade pós-pandemia, sua complexidade, os problemas que a antecedem e possíveis futuros. Como um diagnóstico crítico do presente, Boaventura aponta que as desigualdades e descriminações sociais já tão presentes nas sociedades contemporâneas, se intensificaram ainda mais em um contexto pandêmico.<br />
Com atenção especial ao modelo econômico-social, ao papel da ciência e do Estado na proteção dos mais necessitados, o autor traz um profícuo debate para se pensar em alternativas econômicas, políticas, culturais e sociais que apontem para um novo modelo civilizatório de sociedade.<br />
“O novo século começa agora, em 2020, com a pandemia, e aconteça o que acontecer. É, no entanto, um começo diferente dos anteriores. Se for apenas o começo de um século de pandemia intermitente, haverá nele algo de fúnebre e crepuscular, o início de um fim. Por outro lado, pode ser também o começo de uma nova época, de um novo modelo civilizacional”, reflete o autor.<br />
<figure id="attachment_2356" aria-describedby="caption-attachment-2356" style="width: 163px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.luizparahyba.com.br/wp-content/uploads/2021/04/BOAVENTURA-SOUSA.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2356" src="http://www.luizparahyba.com.br/wp-content/uploads/2021/04/BOAVENTURA-SOUSA.jpg" alt="" width="163" height="163" /></a><figcaption id="caption-attachment-2356" class="wp-caption-text">Boaventura Sousa, autor</figcaption></figure><br />
<strong>Trecho do livro</strong><br />
“No domínio das classificações sociais, o cânone monocultural é dicotômico. As dicotomias expressam (e ocultam) hierarquias que aparentemente não podem questionar-se por resultar de supostas “leis da natureza”. Uma das dicotomias que separa e hierarquiza realidades de forma inelutável é a dicotomia entre humanidade e natureza. A pandemia do coronavírus abriu as veias dessa dicotomia para mostrar que a humanidade não pode ser concebida sem a natureza (não são, portanto, incomensuráveis), nem a natureza pode ser entendida como tão inferior que possamos dispor livremente dela. Começa a ser consensual que a pandemia e a recorrência de pandemias são o produto da acumulação de interferências abusivas dos seres humanas nos ritmos dos ciclos vitais da natureza. Esses ciclos englobam-nos a nós mesmos e, nessa medida, as pandemias são em parte auto-infligidas”.<br />
Para comprar o livro:<br />
<a href="https://www2.boitempoeditorial.com.br/">https://www2.boitempoeditorial.com.br/</a></p>
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		<title>Livro registra produções artísticas feitas durante a pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Henrique Parahyba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2021 00:04:38 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;<br />
<a href="http://www.luizparahyba.com.br/wp-content/uploads/2021/03/LIVRO-ARTES-ICICT-II.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-2269" src="http://www.luizparahyba.com.br/wp-content/uploads/2021/03/LIVRO-ARTES-ICICT-II.jpg" alt="" width="789" height="776" /></a><br />
,<br />
A fotografia registra uma bandeira vermelha — “alto risco”, diz — cravada numa praia deserta. Outra captura o instante em que a equipe de um hospital treina a postura da garça, da ioga, num pátio de paralelepípedos. “Percorro o mosaico da nova vida/ com o corpo bem circunscrito”, dizem os versos de um poema. “Descobri que eu gosto mais de gente do que eu imaginava”, constata uma crônica.<br />
Durante algumas semanas de 2020, uma equipe de diferentes institutos da Fiocruz convidou trabalhadores, estudantes e membros de instituições parceiras a enviarem expressões artísticas que tivessem produzido desde a chegada do novo coronavírus. O resultado é o livro <em>Expressões artísticas durante a pandemia</em>, lançado no dia 10 de fevereiro, em edição digital, pelo selo Edições Livres. <a href="https://portolivre.fiocruz.br/express%C3%B5es-art%C3%ADsticas-durante-pandemia">Qualquer internauta pode ter acesso à obra, de forma gratuita, na plataforma Porto Livre.</a><br />
&nbsp;<br />
São ao todo 100 trabalhos, que incluem expressões como fotografia, poesia, crônica, ilustração, colagem, pintura, aquarela, quadrinhos, letras de música, bordado. Obras criadas por artistas e profissionais já experientes em suas áreas, mas também — e sobretudo — por pessoas que têm profissões ligadas à ciência e à saúde.<br />
<strong>Na luta</strong><br />
O livro tem como organizadores Valéria da Silva Trajano, Jonathan Oliveira, Mauro Campello e Antonio Gonçalves. É fruto da parceria entre a Coordenação do Curso de Pós-Graduação Ciência, Arte e Cultura na Saúde (CACS), do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), e o Multimeios, do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict/Fiocruz). Teve financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).<br />
“Esta obra traz em seu cerne expressões artísticas desenvolvidas por um grupo seleto, que durante a pandemia de Covid-19 esteve lutando, pensando e repensando como manter acesa a chama da vida”, destaca Valéria da Silva Trajano, coordenadora do CACS, na apresentação do volume. “Esse grupo de pessoas singulares, entre elas servidores, estudantes de pós-graduação e de instituições parceiras, compõe a comunidade da Fundação Oswaldo Cruz.”<br />
Muitas iniciativas têm apresentado produções artísticas feitas durante a pandemia, mundo afora. A singularidade deste novo volume, porém, é reunir os trabalhos criados por pesquisadores, estudantes e profissionais que têm atuado numa instituição-chave para o enfrentamento da Covid-19.<br />
“A ciência e a arte têm muito mais em comum do que nós podemos imaginar”, reflete Mauro Campello, programador visual do Icict. “O IOC tem uma linha de pesquisa em ensino não formal chamada ‘Ciência e Arte’ que estuda essa relação, e achamos muito interessante a possibilidade da produção de um material que expressasse o sentimento de pessoas ligadas tanto à Ciência quanto à Arte. Buscamos não influenciar os temas e técnicas usadas. Pelo contrário. Nossa intenção, com o projeto, foi oferecer uma experiência inesperada, que ilustrasse diferentes visões e sensações de quem tem vivido a pandemia.”<br />
<a href="http://www.luizparahyba.com.br/wp-content/uploads/2021/03/LIVRO-ARTES-ICICT.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-2270" src="http://www.luizparahyba.com.br/wp-content/uploads/2021/03/LIVRO-ARTES-ICICT.jpg" alt="" width="847" height="599" /></a><br />
&#8211; FONTE Icict/Fiocruz</p>
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		<title>Governo da Paraíba  anuncia medidas para atender mais vulneráveis na pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Henrique Parahyba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2021 23:54:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador da Paraíba  João Azevêdo (Cidadania)  anunciou mais uma série de medidas sociais voltadas às famílias em situação de vulnerabilidade social e a segmentos afetados pela pandemia do coronavírus. As ações têm um amplo alcance e serão iniciadas de forma imediata em todo o estado, assegurando, entre outras providências, a distribuição de 600 mil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.luizparahyba.com.br/wp-content/uploads/2021/03/JOAO-AZEVEDO.jpeg"><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-2261" src="http://www.luizparahyba.com.br/wp-content/uploads/2021/03/JOAO-AZEVEDO.jpeg" alt="" width="768" height="512" /></a><br />
O governador da Paraíba  João Azevêdo (Cidadania)  anunciou mais uma série de medidas sociais voltadas às famílias em situação de vulnerabilidade social e a segmentos afetados pela pandemia do coronavírus. As ações têm um amplo alcance e serão iniciadas de forma imediata em todo o estado, assegurando, entre outras providências, a distribuição de 600 mil cestas básicas, a isenção do pagamento de tarifas de água, o reajuste de 42% no valor do Cartão Alimentação e o aumento das refeições nos restaurantes populares nos próximos dois meses. As medidas serão publicadas em edição suplementar do Diário Oficial de hoje.<br />
O chefe do Executivo estadual anunciou que das 600 mil cestas básicas que serão distribuídas, 100 mil serão destinadas a pessoas em situação de vulnerabilidade social e segmentos mais afetados pela pandemia e 500 mil para os alunos da rede pública estadual nos meses de março e abril.<br />
Ele também assegurou a isenção do pagamento das contas de água de 26 mil famílias cadastradas na Tarifa Social. A medida também irá contemplar bares, restaurantes, pizzarias, lanchonetes e sorveterias, cadastradas junto à Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) na razão social das empresas nos meses de março e abril. Durante 60 dias estará suspenso o corte de água por atraso de pagamento para consumidores residenciais, com consumo de até 10 metros cúbicos por mês.<br />
O governador  também determinou o reajuste em 42% no valor do Cartão Alimentação, que passará a ser de R$ 50,00 para as atuais 52 mil famílias beneficiárias do programa e a ampliação do atendimento dos Restaurantes Populares, passando, nesses dois meses, de 184 mil para 276 mil refeições. Também ampliou as ações de assistência social e segurança alimentar voltadas à população em situação de rua, com aumento de 50% no número de refeições diárias fornecidas.<br />
A gestão estadual ainda irá adquirir 500 toneladas de alimentos e 60 toneladas de peixe da Agricultura Familiar que serão distribuídas com pessoas em situação de vulnerabilidade social.<br />
As ações ainda contemplam a duplicação da destinação de recursos das ações do Projeto Acolher para atender as necessidades de custeio das Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) e a manutenção do parcelamento dos débitos do ICMS em até 60 meses.<br />
FONTE &#8211; SECOM &#8211; PB</p>
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		<title>CRISE SANITÁRIA: Conselho de secretários recomenda RIGOR para impedir CAOS na saúde</title>
		<link>https://radioquintalfm.com.br/2021/03/01/crise-sanitaria-conselho-de-secretarios-recomenda-rigor-para-impedir-caos-na-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Henrique Parahyba]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 19:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[CARTA DOS SECRETÁRIOS ESTADUAIS DE SAÚDE À NAÇÃO BRASILEIRA &#160; O Conselho Nacional de Secretários de Saúde &#8211; CONASS &#8211; recomenda mais rigor nas medidas para o combate ao coronavírus, e divulga carta recomendando ações dos municípios. Segue: O Brasil vivencia, perplexo, o pior momento da crise sanitária provocada pela COVID-19. Os índices de novos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><a class="link-noticia" href="https://www.conass.org.br/carta-dos-secretarios-estaduais-de-saude-a-nacao-brasileira/">CARTA DOS SECRETÁRIOS ESTADUAIS DE SAÚDE À NAÇÃO BRASILEIRA</a></h3>
<p>&nbsp;<br />
<a href="http://www.luizparahyba.com.br/wp-content/uploads/2020/04/corona-curso.png"><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-2005" src="http://www.luizparahyba.com.br/wp-content/uploads/2020/04/corona-curso.png" alt="" width="379" height="220" /></a></p>
<div class="head-materia">O Conselho Nacional de Secretários de Saúde &#8211; CONASS &#8211; recomenda mais rigor nas medidas para o combate ao coronavírus, e divulga carta recomendando ações dos municípios. Segue:</div>
<div></div>
<div>
O Brasil vivencia, perplexo, o pior momento da crise sanitária provocada pela COVID-19. Os índices de novos casos da doença alcançam patamares muito elevados em todas as regiões, estados e municípios. Até o presente momento, mais de 254 mil vidas foram perdidas e o sofrimento e o medo afetam o conjunto da sociedade.<br />
A ausência de uma condução nacional unificada e coerente dificultou a adoção e implementação de medidas qualificadas para reduzir as interações sociais que se intensificaram no período eleitoral, nos encontros e festividades de final de ano, do veraneio e do carnaval. O relaxamento das medidas de proteção e a circulação de novas cepas do vírus propiciaram o agravamento da crise sanitária e social, esta última intensificada pela suspensão do auxílio emergencial.<br />
O recrudescimento da epidemia em diversos estados leva ao colapso de suas redes assistenciais públicas e privadas e ao risco iminente de se propagar a todas as regiões do Brasil. Infelizmente, a baixa cobertura vacinal e a lentidão na oferta de vacinas ainda não permitem que esse quadro possa ser revertido em curto prazo.<br />
O atual cenário da crise sanitária vivida pelo país agrava o estado de emergência nacional e exige medidas adequadas para sua superação. Assim, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) manifesta-se pela <u>adoção imediata de medidas</u> para evitar o iminente colapso nacional das redes pública e privada de saúde, a saber:<br />
a)Maior rigor nas medidas de restrição das atividades não essenciais, de acordo com a situação epidemiológica e capacidade de atendimento de cada região, avaliadas semanalmente a partir de critérios técnicos<a href="https://www.conass.org.br/carta-dos-secretarios-estaduais-de-saude-a-nacao-brasileira/#_ftn1" name="_ftnref1"><sup>[1]</sup></a>, incluindo a restrição em nível máximo nas regiões com ocupação de leitos acima de 85% e tendência de elevação no número de casos e óbitos. Para tanto, são necessárias:</p>
<ul>
<li>
<ul>
<li>A proibição de eventos presenciais como shows, congressos, atividades religiosas, esportivas e correlatas em todo território nacional;</li>
<li>A suspensão das atividades presenciais de todos os níveis da educação do país;</li>
<li>O toque de recolher nacional a partir das 20h até as 6h da manhã e durante os finais de semana;</li>
<li>O fechamento das praias e bares;</li>
<li>A adoção de trabalho remoto sempre que possível, tanto no setor público quanto no privado;</li>
<li>A instituição de barreiras sanitárias nacionais e internacionais, considerados o fechamento dos aeroportos e do transporte interestadual;</li>
<li>A adoção de medidas para redução da superlotação nos transportes coletivos urbanos;</li>
<li>A ampliação da testagem e acompanhamento dos testados, com isolamento dos casos suspeitos e monitoramento dos contatos;</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>b) O reconhecimento legal do estado de emergência sanitária e a viabilização de recursos extraordinários para o SUS, com aporte imediato aos Fundos Estaduais e Municipais de Saúde para garantir a adoção de todas as medidas assistenciais necessárias ao enfrentamento da crise;<br />
c) A implementação imediata de um Plano Nacional de Comunicação, com o objetivo de reforçar a importância das medidas de prevenção e esclarecer a população;<br />
d) A adequação legislativa das condições contratuais que permitam a compra de todas as vacinas eficazes e seguras disponíveis no mercado mundial;<br />
e) A aprovação de um Plano Nacional de Recuperação Econômica, com retorno imediato do auxílio emergencial.<br />
Entendemos que o conjunto de medidas propostas somente poderá ser executado pelos governadores e prefeitos se for estabelecido no Brasil um “Pacto Nacional pela Vida” que reúna todos os poderes, a sociedade civil, representantes da indústria e do comércio, das grandes instituições religiosas e acadêmicas do País, mediante explícita autorização e determinação legislativa do Congresso Nacional.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Carlos Lula<br />
</strong>Presidente do Conass<br />
–<br />
<a href="https://www.conass.org.br/carta-dos-secretarios-estaduais-de-saude-a-nacao-brasileira/#_ftnref1" name="_ftn1"><sup>[1]</sup></a> Sugere-se utilizar o “Instrumento para apoio à tomada de decisão na resposta à Pandemia da COVID-19 na esfera local” publicado pelo Conass e Conasems.<br />
<a href="https://www.conass.org.br/documento-auxilia-estados-e-municipios-na-definicao-de-acoes-de-resposta-a-covid-19/">https://www.conass.org.br/documento-auxilia-estados-e-municipios-na-definicao-de-acoes-de-resposta-a-covid-19/</a>
</div>
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